domingo, 16 de janeiro de 2011

Ano novo, vida... nova?

Eis que em meio ao falatório do povo -incrível que quando a perda (no meu caso, as perdas. não é qualquer mulher que perde quatro filhos e não se mata, loucura é outra história) não é sofrida na pele, ninguém acha que é grande coisa...- eu me vejo com uma emoção toda nova, assim, como diria... mais disposta? Que espantoso! Devo ser mesmo ciclotímica, viu. Aliás, isso aí é outra coisa que ainda escrevo qualquer dia. Tudo tem virado doença, mundinho estranho esse!