segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Cruel


                                                                                      "She's convinced she could hold back a glacier.  
But she couldn't keep baby alive.  
Doubting if there's a woman in there somewhere.  
Here, here, here..."





Você tentará esquecer.
É inevitável.
Fará o monstro adormecer.
Até que um dia,
por uma palavra, uma imagem ou fragrância,
todas as memórias despertarão, contundentes.

E só te restará a tua mente desmoronando, porque todo o resto foi corroído.
A alma está perdida.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Pointless

Então é aquela luta - diária, a cada hora, a cada segundo, tentando conter o impulso (tão natural e tão sedutor) - e isso cansa. Afundar, por mais contraditório que pareça, parece muito, muito mais fácil neste ponto.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Ano novo, vida... nova?

Eis que em meio ao falatório do povo -incrível que quando a perda (no meu caso, as perdas. não é qualquer mulher que perde quatro filhos e não se mata, loucura é outra história) não é sofrida na pele, ninguém acha que é grande coisa...- eu me vejo com uma emoção toda nova, assim, como diria... mais disposta? Que espantoso! Devo ser mesmo ciclotímica, viu. Aliás, isso aí é outra coisa que ainda escrevo qualquer dia. Tudo tem virado doença, mundinho estranho esse!